
Isso aqui andou pesado demais. Só percebi quando decidi reler os textos e vi que, depois dos ratos, veio um urubu.
Definitivamente, o meu blog não mede a minha vida. São só uns lampejos nada a ver, que não são nem a tradução de um fato, de uma realidade, mas de um pensamento momentâneo.
Porque, se for analisar bem, o mês de junho (quando eu postei ratos e um urubu) foi o mais interessante até agora. Aconteceu tanta coisa, mas tanta coisa...
Não vou descrever aqui porque esse blog, mais uma vez, é só a tradução de pensamentos. E este é um texto sobre acontecimentos. Se bem que os fatos todos me deixaram altamente pensativo. E feliz, mesmo.
Uma graninha, a primeira comemoração anual de muitas, umas viagenzinhas, uma porta aberta e algumas perspectivas desenhadas, quem não gosta? Por isso, a foto deste post é de um cachorro, o bicho mais legal que existe. Até a volta, no domingo. Ah, vou escrever o que eu escrevi na última vez. Deu muito certo naquela ocasião: "Muito pouca coisa a perder. Vai ser tudo bom demais."




